domingo, 4 de julho de 2010

A matilha

Nome: ?
Sexo Masculino, X anos
Jogador: Homero
Rahu, Storm Lord, Militar Solitário
Renome: Honor 2, Purity 1
Militar canadense afastado da profissão após evento na Amazônia onde sofreu a primeira transformação. Após o evento se mudou para Londres quando descobriu que sua mãe (doente mental) foi encaminha para o Asilo Arkazam para tratamento psiquiátrico. Foi recrutado pelos Uratha de Londres.

Nome: Victória
Sexo Feminino, 18 anos
Jogador: Jan
Irraka, Storm Lord, Atriz de teatro (e patricinha... ^^)
Renome: Honor 2, Cunning 1
Filha de pais milhonários, atriz de teatro e muito rica. Vive frequêntando casas noturnas mas sabe como ser discreta quando necessário. Possuí uma habilidade mais do que sobrenatural para evitar entrar em fúria mortal (Kuruth). Acabou se sofrer sua primeira transformação.

Nome: Robert Black
Sexo Masculino, 32 anos
Jogador: C. Funk
Rahu, Blood Talon, Ex-presidiário
Renome: Purity 1, Glory 2
Preso após incidente durante assalto em uma mecânica. Após 4 anos na cadeia, se divorciou de sua mulher (Marta) com quem tinha uma filha (?). Black sofreu sua primeira transformação quando descobriu que sua filha sofria de um grave problema de saúde (?) e que ele não tinha dinheiro para pagar seu tratamento. Durante a Fúria os vizinhos chamaram a polícia que chegou, por sorte, logo após que o evento terminou. Black conseguiu fugir com sua filha e a deixou sob os cuidados de sua mãe e de seu novo marido Jackson Morror (um covarde, mas certinho, que trabalha com informática). Black não teve tempo de contar para eles do resultado do exame da filha. Durante a fuga foi identificado e acusado de invasão domiciliar, suspeito de maus-tratos da filha (pode perder o direito de visita-la), roubo de automóvel e danos a terceiros. Black ainda está foragido da polícia.

Nome: Lucius Rakh
Jogador: Leo
Sexo Masculino, X anos
Irraka, Hunter in Darkness, Sofre de amnésia forte
Renome: Purity 1, Cunning 2
Encontrado na floresta juntamente com amigos foi afastado e sofreu sua primeira transformação. Não lembra de seu passado.


A caçada dos lobos se inicia...

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Just a little howl

Quando as coisas não parecem estar nos eixos corretos...
Parece estar faltando alguma aventura na vida...
Você percebe que talvez voltar a velhos hábitos seja algo interessante...

Não os mesmos hábitos... Mas a mesma essência...


É tempo de narrar Lobisomem!!

É hora de ouvir os lobos uivarem!!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Olha... Vou ser sincero...
Como eu ODEIO jogador que declara ações antes do seu próprio turno!!

Manu! A função do turno é organizar as coisas... então espere o seu!!


PS: E o pior de tudo, é que esse elemento geralmente é o mesmo que fica pedindo teste de iniciativa... ¬¬'

terça-feira, 8 de junho de 2010

Sentam-se várias pessoas a redor de uma mesa e cada um pega um pedaço de papel que nada mais é do que algumas características detalhadas de como deve agir e, principalmente, pensar a tal da “personagem”. O interessante desta personagem é que ele não é você. Não tem que ser e nem deveria ser de qualquer modo.

Você constrói esta personagem (personalidade) baseada em livros que leu, filmes que assistiu, pessoas que conheceu, sonhos e/ou vontades do que você gostaria de ter, ser, fazer ou desenvolver. Essa é a magia da coisa!

Quando se mestra por algum tempo e tem a oportunidade de presenciar e auxiliar no desenvolvimento de vários personagens de jogadores, pode-se perceber uma certa relação que algumas pessoas tem um arquétipo de personagem. Nesse meio existem vários arquétipos: personagens poderosos, personagens bonzinhos, personagens castrados e etc.

Eu, por exemplo, vejo uma tendência clara nos meus personagens de ter um defeito forte, que atrapalha o andamento da história do personagem e acaba tendo que conviver com isso com frequência. Faço personagens que acham que podem mais do que realmente podem e/ou principalmente personagens que agem sem muito pensar antes. Porque será? Já parei para pensar bastante, mas cheguei a conclusão que o principal motivo deve ser minha inabilidade de agir por instinto no momento que preciso. É engraçado falar isso aqui, mas acho que é importante para a linha de raciocínio.

Nesse meio, temos pessoas que são bastante tímidas. Essas pessoas, geralmente ficam no fundo da sala do colégio, não gostam da educação física e tem um círculo de amizades um pouco mais restrito do que os “popstars de bairro” que conhecem todo mundo e ficam perambulando para cá e para lá. Embora pequeno, estes círculos de amizade (pelo menos na minha experiência) tendem a ser bastante fiéis. As brincadeiras começam com card games, o descobrimento dos livros de RPG, as primeiras mesas (aquelas que ninguém sabe nada de regras e erra tudo... ahaha).

Com o tempo e experiência, as pessoas veem no RPG, mesmo provavelmente sem pensar diretamente nisso, um modo de vestir uma máscara do personagem e fazer coisas em nome dele. Ou seja, podemos testar comportamentos sem nos expormos demais e sem os grilhões de um roteiro de teatro. A ausência de um roteiro permite e demanda improvisações por parte dos jogadores, o que, na minha opinião, provoca o desenvolvimento, mesmo que não aparente, de habilidades sociais e comportamentais que podem, então, ser transferidas para outras situações do dia a dia.

Já li matérias de como aulas de teatro ajudam as pessoas a deixarem de ser tímidas. Mas nunca vi uma ponte do teatro com o RPG, ou seja, qual o efeito da improvisação constante e da ausência de roteiros e plateia?


Acho que tem muitas coisas que fazemos e aprendemos enquanto estamos em uma mesa de RPG. Lembrar destes pontos de vista, aplicações e possíveis reflexões é, na minha opinião, de suma importância para argumentar contra “abusos da mídia” que distribuí argumentos retorcidos e falaciosos do nosso hobby predileto.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Um jovem físico, recém contratado em uma importante universidade Eslovaca, chefia o laboratório de Astrofísica e Nanotecnologia Aplicada à Sistemas Caóticos Clássicos. Numa noite de Sábado, um dos melhores dias para trabalhar (ninguém no laboratório, nenhum aluno bisbilhotanto ou professor desocupado querendo discutir algum artigo aleatório), Chris estava testando uma de suas últimas idéias estranhas. Ele tinha muitas, principalmente depois que sua mulher o expulsou de casa sob o argumento de que ele não freqüentava aquele lugar muito mesmo. Na verdade, Christopher não cansa em afirmar que esse é o único verdadeiro problema em sua vida, o resto pode resolver com experimentos simples.

Naquela noite a bancada do laboratório estava repleta de papeis e de anotações. Em sua frente seu principal instrumento de trabalho: uma tela de computador. O computador era um terminal de comando principal para um novo acelerador de partículas. O X31P-14 beta novinho era capaz de manter por o dobro de tempo as partículas de antimatéria geradas numa colisão de átomos sem a aplicação dos protocolos de contensão que tanto dificultavam as interpretações do fenômeno. Esse era o primeiro passo para se entender a energia escura (carinhosamente apelidada pelos cientistas de Complexo 42 - sim, todos os físicos são NERD's o bastante para entender a piada).

Naquela noite, Chris iria modificar o campo gravitacional artificial da câmara principal para descobrir como as partículas reagiriam ao contato com o Complexo 42. Apertou um botão, por cinco seguntos esqueceu que era ateu e rezou. Um barulho sempre estranho atraiu sua atenção e instintivamente olhou para o lado, um gráfico torto, assimétrico e sem legendas apropriadas saiu da impressora (lhe fazendo piscar os olhos fortemente, um tic que adquiriu no pós-doutorado, faz todas as vezes que via algo assimétrico).

Como toda descoberta revolucionária, ela foi simplesmente ignorada. O maldito gráfico ficou rodando para cá e para lá durante seis meses. Chris conseguiu, depois de quatro tentativas, descobrir as variáveis que influenciavam no constante asco que sua mulher tinha dele. Criou sua primeira e última hipótese a cerca do comportamento humano e elaborou um experimento simples: Tirou um mês de folga.
Tudo fez sentido enquanto estava assistindo a uma peça de teatro com sua mulher. Correu imediatamente para verificar os resultados. Um mês de experimentos e um divórcio depois:

Houstson, Christopher. 2030. Reabrindo a caixa de pandora: padrões de reação da energia escura sob gravidade impulsionada. New Science, 340:1-45.




Cinco anos depois, a energia escura é usada para estabilizar os resíduos da fissão nuclear. Conjuntamente com novas super-baterias e uma proposta de remanejamento de toda a distribuição de energia, o mundo deixa de usar combustíveis fósseis e queimas de carvão.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

O Planeta Terra, terra em que vivemos... Cerca de 5,10072 x 10⁸ km² de área, na superfície de um enorme globo que paira num infinito negro chamado de espaço.

Originalmente somente um mundo, repleto de fenomenos físicos e formas replicantes homeostáticas denominadas de vida. A vida, como fenomeno e processo, deu origem a uma espécie estranha, especialista em uma nova modalidade de sobrevivência; o aperfeiçoamento e uso constante de ferramentas e a capacidade extrema de raciocínio abstrato.

A partir desse novo passo evolutivo surgiu a cultura, as ciências e a tecnologia (i.e. aplicação da ciência). As cidades tomaram forma e se expandiram. A humanidade, com o passar das décadas e o acumulo de técnicas e equipamentos, foi capaz de resolver quase todos os problemas que dificultavam a vida de uma sociedade pré-moderna. O transporte se tornou mais eficiente, a produção de alimento mais produtiva, a medicina mais eficaz e as edificações mais resistentes.

A internet criou um novo mundo para os seres humanos. Nesse cyber-espaço as distâncias não existem, as identidades são mascaradas, o acesso à informação e a des-informação é praticamente ilimitado. Com um pouco de paciência e um bom buscador podemos encontrar tudo o que poderíamos e nunca conseguiríamos imaginar sobre algum determinado assunto.
As pessoas estão começando a trabalhar em suas próprias casas, como alternativa para deixar de enfrentar o transito caótico de todos os dias. Ouvimos falar dos primeiros casos de cyber-crimes. Hackers constantemente tentam burlar a segurança de base de dados importantes e são barrados por outros hackers, contratados de empresas.


O mundo está mais dinâmico e cada vez mais caótico. A tecnologia impacta a vida da sociedade de um modo tão rápido e marcante que em uma geração (e.g. a nossa em relação à dos nossos país) fomos capazes de ver a invasão da internet e dos super-computadores que hoje podem ser encontrados facilmente.
Em dois ou três anos o que era chamado de tecnologia de ponta é rapidamente jogado às traças e substituído por algo menor e mais eficiente.


Imagine nossa vida daqui a 110 anos. Quais serão nossos problemas? Como será
nossa rotina? Como será nosso planeta e nosso governo?